Código Sinaítico disponível na Internet

domingo, 12 de abril de 2009

Após 1600 anos uma das cópias mais antigas da Bíblia escrita em Grego se tornou globalmente acessivel via internet através da Universidade Britânica de de Leipzig que diponibilizou as imagens detalhadas dos textos bíblicos. O "Codex Sinaiticus", foi encontrado pelos Russos em Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no sopé do Monte Sinai (Egipto), em 1859, e foi vendido no começo do Século XX para o Museu Britânico. Ágora você ira pode ver originalmente uma das cópis mais antigas da Bíblia, com alta definição pelo site www.codex-sinaiticus.net. O Código Sinaítico trata-se de um dos textos existentes mais antigos da Bíblia, normalmente identificado com a letra 'alef' do alfabeto hebraico. É um manuscrito do ano 350 da nossa era, com os textos da Bíblia em grego. A sua largura é de 33,5 centímetros e a altura de 37,5 e consta de 346½ folhas de pergaminho, escrito em 4 colunas.

O Antigo Testamento não é inteiro, mas contém os textos deuterocanônicos de Tobias, Judite, 1 Macabeus e o apócrifo 4 Macabeus.

Quanto ao Novo Testamento, os livros são apresentados nessa ordem: evangelhos, cartas paulinas, Atos, cartas católicas e Apocalipse.

Além dos livros canônicos do Novo Testamento, aparecem dois outros escritos: o Pastor de Hermas e Carta a Barnabé.

A novidade da sua edição OnLine está no fato que o manuscrito não é um livro inteiro, mas hoje está dividido em várias bibliotecas do mundo (Londres, Egito, Leipzig e São Pedroburgo) e para que fosse possível tal publicação foi assinado em Londres um documento de reunificação, processo que será feito com a tecnologia diginal.

O projeto, que vai durar 4 anos, custará aproximadamente 3 milhões de reais. O documento foi assinado por responsáveis das bibliotecas/museus onde as frações do manuscrito estão.

Durante muitos séculos essa Bíblia esteve no mosteiro de Santa Catarina, aos pés do Monte Sinai, no Egito. No Século XIX o texto foi dividido. O teólogo Von Tischendorf, em 1844, levou parte do texto para a Alemanha e para a Rússia. Em 1959 o mesmo pesquisador voltou ao mosteiro e descobriu outras partes do manuscrito. Convenceu os monges que era melhor levar os restos da Bíblia para a Europa e Rússia. A Rússia em 1933 vendeu parte daquilo que tinha para o Museu britânico de Londres, enquanto o resto ficou em São Pedroburgo.

Os monges gregos ortodoxos do Monte Sinai pensavam que tinham perdido completamente o manuscrito, mas em 1975 descobriram cerca de 12 páginas num quarto que tinha sido coberto por um desmoronamento. Eles, porém, conservam uma nota deixada por Tischendorf, na qual prometia que o texto seria devolvido ao mosteiro.

A partir de 2009 teremos na internet um fac-simile do manuscrito. A edição On line dessa Bíblia será acessível a todos. A edição digital está sendo feita através da Biblioteca Britânica, da Biblioteca Universitária de Lipsia e da Biblioteca Nacional de São Petrosburgo. O Código será disponibilizado na internet depois do trabalho de fotografia e transcrição. Além da internet, será difundida também uma versão em formato DVD e outra em fac-simile. O futuro site apresentará os textos – os fatos que esse texto protagonizou, as imagens e a transcrição – e também o interpretará para diferentes tipos de pessoas, desde estudiosos até simples leigos no assunto.

4 comentários:

Anônimo disse...

acho lamentável que uma criatura tão inteligente, inteligência esta concedida por um Deus grande e misericordioso, capaz de observar detalhes acontecidos há milhões de anos não tenha a capacidade de compreender que toda sua inteligência vem desse Ser que te ama e que te usar para algo bem mais elevados que tuas simples suposções arqueológicas. Aceita a Jesus que Ele tem muito mais para te mostrar

Leo disse...

Quanto a mim, minha opinião sobre a Arqueologia Bíblica é que ela é de fundamental importância para a melhor compreensão das Sagradas Escrituras. Mesmo porque, lutamos contra a influência de uma Mídia predominantemente Atéia e de alguns minimalistas de plantão, que geralmente são cientistas céticos que insistem em negar a existência de um Ser Superior.

Talvez, por causa do trauma de um período negro da Era-Cristã (IDADE MÉDIA)de 1260 "dias", alguns pensadores "intelectuais" generalizam os problemas ocorridos no passado e tratam de desacreditar os relatos da Bíblia Sagrada.

Alheio a tudo isso a Palavra de Deus é e sempre será a VERDADE mais absoluta. A Arqueologia Bíblica busca, apenas comprovar a veracidade daquilo que está escrito, contrariando o pensamento cético de uma minoria.

Ass.: Leonardo Mendes da Silva
Orkt: leomendez2008@hotmail.com

Anônimo disse...

Eu concordo que a arqueologia bíblica seja importantente,porém não é nem um pouco extigante se apoiar em cima de expeculações, pois quando não se tem certesa de uma coisa, abre-se uma brecha para erezias e desvio de foco de muita gente que tem sua fé firmada no que nos ensina a palavra de Deus (a Bíblia Sagrada)."O que esta em oculto Deus não quis revelar ao homem.("Deuteronômio 29.29)

Succubus disse...

Conhecimento é poder