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Fósseis humanos: Uma visão criacionista

sexta-feira, 3 de maio de 2013


1. Os homens das cavernas realmente existiram?

2. Existem realmente fósseis que se parecem com homens-macacos?

3. Os homens de Neanderthal eram humanos verdadeiros?

4. O que são fósseis humanos “arcaicos”?

5. Que se pode dizer dos Australopithecus?

6. Há alguma seqüência evolutiva que vai dos macacos ao homem?

7. Qual é a explicação criacionista para estes fósseis que têm uma mistura de características humanas e de macacos?

Veja a resposta para essas e outras perguntas, clicando AQUI!!

Povos antigos das Américas eram muito parecidos com os povos antigos da África

sábado, 14 de maio de 2011

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Recente estudo publicado na Revista Pesquisa FAPESP afirma que os primeiros habitantes do continente americano tinha uma enorme semelhança com os primeiros habitantes do continente americano, ao contrário do que se pensava antes e, portanto, criando polêmica sobre a chegada do ser humano às Américas. O artigo diz:

“O Homo sapiens não teria se diferenciado em raças ou tipos físicos distintos antes de se estabelecer em todos os continentes, inclusive nas Américas, o último grande bloco de terra, com exceção da gélida Antártida, conquistado pela espécie.”

O artigo é de uma revista evolucionista, portanto é natural que eles analisem os dados de acordo com a cosmovisão deles, todavia, as descobertas nos chama a atenção pela sua implicação aos que creem que a origem de todas as nações existentes hoje são provenientes dos três filhos de Noé: Sem, Cam e Jafé, os únicos homens em idade fértil e vivos depois do Dilúvio descrito em Gênesis.

O livro histórico de Gênesis que relata a origem da vida na Terra e a história do ser humano neste planeta relata que Adão e Eva foram os primeiros habitantes de um planeta que já existia, mas “sem forma e vazio”, mas após oito gerações após Adão (Adão > Sete > Enos > Cainã > Maalalel > Jarede > Enoque > Metusalém > Lameque > Noé [Gn 5:1-32]) aconteceu uma grande inundação global e dali somente os que estavam presentes na Arca se salvaram: Noé, sua esposa, seus três filhos e três noras.

O artigo da Revista Pesquisa FAPESP se baseia no artigo científico do bioantropólogo Walter Neves (da Universidade de São Paulo – USP), Mark Hubbe e Katerina Harvati, que defendem esta idéia em sua publicação na revista American Journal of Physical Anthropology na edição de março/2011, seu artigo intitula-se Paleoamerican morphology in the context of European and East Asian late Pleistocene variaton: Implications for human dispersion into the new world.

“Depois de deixar o berço da humanidade, o homem penetrou na Ásia, que primeiramente serviu de base para a conquista de outros dois pontos importantes de globo, a Europa e a Austrália, e mais tarde um terceiro, as Américas.”

Os pesquisadores supracitados compararam 24 características anatômicas presentes nos crânios de seres humanos que viveram [de acordo com a cronologia evolucionista] entre 10 mil e 40 mil anos atrás na América do Sul, Europa e leste da Ásia com a de indivíduos da época atual. Foram confrontados ao todo 48 esqueletos antigos e 2 mil esqueletos atuais. Eles chegaram a seguinte conclusão:

“Independentemente da origem geográfica, os membros das populações antigas se assemelham mais a seus contemporâneos do passado do que aos humanos de hoje.”

Os traços físicos do ser homano africano que decidiu imigrar para regiões até então desconhecidas, eram praticamente os mesmos dos povos antigos que habitaram em continentes distantes, como as Américas, teriam vindo ao continente americano pelo estreito de Bering.

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Pedro Paulo A. Funari em seu livro intitulado Os Antigos Habitantes do Brasil (p. 10-11) afirmam:

“Hoje, nós conhecemos o mundo bem melhor que os portugueses conheciam no século XVI. E ficou mais fácil entender que os asiáticos poderiam perfeitamente passar da Ásia para a América do Norte, e dai para a América do Sul, sem grandes dificuldades. Na região do Alaska, na América do Norte, existe um lugar chamado Estreito de Bering, onde a distância entre os lados americano e asiático é de noventa quilômetros. Portanto, os asiáticos poderiam muito bem ter realizado a travessia. Sabemos ainda que o nível das águas já foi bem mais baixo. E que havia uma passagem por onde alguns povos do Oriente atravessaram a pé. Após alguns milhares de anos, os descendentes desses povos teriam chegado a América do Sul. Essa é a explicação mais aceita hoje.”

As enormes semelhanças entre os povos antigos do continente americano com os povos antigos do continente afriano gera polêmica porque vai contra o “dogma” do evolucionismo que defende uma série evolutiva de seres humanos até sermos o que somos e como somos. Todavia, biblicamente esta pesquisa encontra harmonia com as Escrituras. Vejamos.

Adão e Eva foram os primeiros seres vivos do planeta, mas após o dilúvio apenas a família de Noé sobreviveu a esta catástrofe global, recebendo de Deus, portanto, a responsabilidade de repovoar a Terra, agora, com suas características bem diferentes, tanto no aspecto biológico e geológico. Sem, Cam e Jafé, com suas respectivas esposas muito provavelmente devem ter deixado a região onde a Arca repousou (expecula-se ser a Turquia, mas sem confirmações arqueológicas) e terem ido para lugares distintos a fim de obter moradia e povoar a Terra novamente. Vamos analisar cada um dos filhos de Noé:

SEM (Hebraico = um nome; renome)

Existem relatos que relacionam a origem dos povos de acordo com um filho específico de Noé. Segundo esta teoria, de Sem originaram-se os povos do Oriente Médio e Ásia (Semitas). Segundo a versão da enciclopédia virtual da Bíblia Mundo Bíblico, Sem foi um dos primeiros filhos de Noé a ser mencionado (Gn 5:32; Gn 6:10). Era provavelmente o mais velho dos filhos de Noé. O nome de Sem é geralmente mencionado em primeiro lugar na lista dos filhos de Noé. Ele e a sua mulher foram salvos do dilúvio (Gn 7:13). Noé preveu a sua proeminência em Canaã (Gn 9:23-27). Morreu com 600 anos, tendo sido, durante muito tempo, contemporâneo de Abraão, de acordo com a cronologia habitual [quando Abraão nasceu, Sem teria provavelmente cerca de 390 anos de idade]. A nação israelita descende dele (Gn 11:10-26; 1Cr 1:24-27).

CAM (Hebraico = Ardente ou Quente)

O filho mais moço, foi o que recebeu a maldição de Noé por ter-lhe faltado com respeito, visto sua nudez e aproveitado do momento de fragilidade do pai. Acerca deste filho a Bíblia nos faz duas referências: “feriu todos os primogênitos no Egito, as primícias da virilidade nas tendas de Cam” (Salmos 78:51) e “Então, Israel entrou no Egito, e Jacó peregrinou na terra de Cam” (Salmos 105:23).

Por estas citações, aceita-se que os descendentes de Cam deram origem aos povos da África, tendo em vista o sofrimento que este povo passou e passa até os dias atuais, me questiono se estas palavras “Maldito seja Canaã (filho de Cam); seja servo dos seus irmãos” (Gênesis 9:25) proferidas por Noé se cumpriram ou foi apenas coincidência de um povo tão sofrido, que em seu continente muitos morrem de fome e mesmo aqui no Brasil, muitos sofrem, em pleno século XXI, uma desigualdade tão grande.

Segundo a versão da enciclopédia virtual da Bíblia Mundo Bíblico, os Egípcios possuíam em seu vocabulário a palavra “cam” que era utilizado para nomear pessoas ou objetivos da cor “negra”. Um dos descendentes mais famosos de Cam foi Nimrod que estabeleceu a monarquia mais antiga da Terra, em Babilônia, um império primitivo de estirpe canita, raça análoga aos primeiros habitantes da Etiópia. Os canitas foram os mais enérgicos de todos os descendentes de Noé nos primeiros tempos do mundo pós-diluviano.

JAFÉ (Hebraico = Amplamente divulgado)

Este filho teria viajado mais que os outros e ido habitar mais ao norte e noroeste e deram origem aos povos Europeus, que por muito tempo fizeram escravos os povos africanos (filhos de Cam), conforme Gênesis 9:27 que diz: “Engrandeça Deus a Jafé (...) e Canaã lhe seja servo”. Um detalhe importante é que a presciência de Deus, ou seja, o fato dEle saber todas as coisas antes que elas ocorram não determinam que elas sejam assim, Ele apenas sabe previamente o fim.

Segundo a versão da enciclopédia virtual da Bíblia Mundo Bíblico, Jafé provavelmente era o filho do meio (Gênesis 10:21), foi também o pai de muitas tribos (Gênesis 10:2-5) que habitaram o Leste da Europa e Norte da Ásia. É importante notar que a ciência etnológica moderna, raciocinando a partir de uma cuidadosa análise dos fatos, chegou à conclusão de que existe uma divisão tripla na família humana, correspondendo, de um modo notável, ao grande capítulo etnológico do livro de Gênesis (10). As três grandes raças assim distinguidas são chamadas semíticas, arianas e turanianas (alofilianas).

Pondo de lado os casos em que os nomes éticos usados têm uma aplicação duvidosa, não pode ser racionalmente questionado que o autor tenha tido em conta os filhos de Jafé, classificando-os juntamente com os Galeses ou Celtas (Gomer); os Medos (Madai) e os Ionianos ou Gregos (Javan), antecipando, assim, o que se tornou conhecido, nos tempos modernos, como a Teoria Indo-Europeia, ou a unidade essencial da raça ariana (asiática) com as raças principais da Europa, indicada pelos Celtas e pelos Ionianos. Nem se pode duvidar que tenha colocado sob o tronco comum dos “filhos de Sem”, os Assírios (Assur); os Sírios (Arã); os Hebreus (Eber) e os Árabes Joctanianos (Joctã), quatro das principais raças que a etnologia moderna reconhece sob a designação de “semíticas”. Novamente, sob o tronco dos “filhos de Cam”, o autor colocou Cusí, i.e., os Etíopes; Mizraim - o povo do Egito; Sebá e Dedã - alguns dos Árabes do sul; e Ninrode - o antigo povo da Babilônia, quatro raças entre as quais as últimas investigações linguísticas estabeleceram uma afinidade íntima.

CONCLUSÃO

Apesar de termos invadido o campo das conjecturas, vejo nas evidências apresentadas pelo pesquisador da USP e seus colaboradores como forte indicadores de que muito provavelmente os descendentes de Jafé, filho de Noé, tenha sido os primeiros a habitar em continente americano e as enormes semelhanças entre estes povos demonstra ser uma evidência científica que eles faziam parte de uma família.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA:

  • FUNARI, Pedro Paulo A. Os antigos habitantes do Brasil. Editora UNESP, 2001, p. 10-11.
  • PIVETTA, Marcos. Como nossos pais. Revista Pesquisa FAPESP, n. 182, abr. 2011, p. 20-23.
Fonte: Ciencia da Criação.blogspot.com

A Arca de Noé foi encontrada?

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dias atrás publicamos o artigo: Fragmento de madeira de 4.800 anos é encontrado no Monte Ararat- Seria a Arca de Noé? O objetivo deste novo artigo sobre o mesmo assunto é trazer maiores informações, vídeos e fotos sobre esta notícia que tem abalado o mundo cristão e não-cristão.

Tenon contruction was found in  the structure witnessed by Panda Lee Figura 1 – Pesquisador Panda Lee, analisando uma parte da Arca no interior da geleira que cobre Monte Ararat (Fonte: Noah’s Ark).

Publicamos abaixo a reportagem traduzida do site do instituto NOAH’S ARK MINISTRIES INTERNATIONAL LIMITED, a responsável por realizar estas descobertas:

Enquanto procurava os restos da Arca de Noé no Monte Ararat, na Turquia oriental, uma equipe de exploração Chinês-Turco, escavou com sucesso e se aventurou dentro de uma grande estrutura de madeira a uma altitude de mais de 4.000m acima do nível do mar.

O Ministério da Cultura Turco anunciou a descoberta em conjunto com a equipe de exploração, em Hong Kong. Eles planejam apresentar um pedido para a estrutura de madeira ser incluído na Lista do Património Mundial da UNESCO.

Um acordo mútuo para o reforço da cooperação foi assinado e os membros da equipe de Hong Kong foram reconhecidos como cidadãos da honrosa província de Agri, Turquia. Em conferência de imprensa, em 25 de abril, o Cônsul Geral da Turquia, o Sr. Mehmet Karaca Raif, foi convidado para vir e apoiar as grandes conquistas da equipe de exploração no aspecto da busca da Arca de Noé.

INFORMAÇÕES GERAIS

Registros históricos que datam mais de 2.000 anos sustentam que a Arca de Noé veio descansar nas montanhas de Ararat, após o dilúvio. Os mesmos registros podem ser encontrados na Bíblia e no Alcorão. Na região local, um costume antigo foi transmitido através das gerações: “Há um barco antigo na montanha”.

O registro mais antigo da busca pela Arca de é por um cientista ocidental foi do naturalista alemão Dr. Friedrich Parrot, que escalou o Monte Ararat, em 1829. Embora ele não tenha conseguido encontrar provas substanciais para confirmar a existência da Arca, ele foi o precursor no campo – nos 180 anos seguintes, muitos cientistas e exploradores foram dedicados à busca de um barco antigo, que corresponde a registros históricos.

No entanto, o maior resultado da pesquisa ocidental em dois séculos, foi a recuperação de fragmentos de madeira em glaciar, a uma altitude acima de 4000m no monte Ararat. De um ponto de vista científico objetivo, a descoberta de madeira no Monte Ararat é encorajadora porque os cientistas afirmam que em altas altitudes as montanhas não apresentam de árvores e nenhum tipo de ocupação humana jamais foi encontrado acima de uma altitude de 3.000 metros. Estes fragmentos de madeira que foram descobertos no passado podem ter vindo da Arca.

A DESCOBERTA DA ESTRUTURA DE MADEIRA

Arca de Noé Ministries International realiza um grande avanço na pesquisa. A primeira equipe encontrou uma abertura sobre uma altitude acima de 4.000 m, escavado a geleira, encontrou e aventurou-se no interior da estrutura de madeira.

Man-Fai Yuen, um representante do NAMI disse na conferência de imprensa: "A equipe de pesquisa e eu, pessoalmente, entramos em uma estrutura de madeira no alto da montanha. A estrutura é dividida em diferentes espaços. Acreditamos que a estrutura de madeira que entramos é a mesma estrutura registradas em relatos históricos e o mesmo barco antigo indicados pelos moradores".

Os integrantes da equipe logo que encontraram a estrutura de madeira começaram a realizar estudos de campo, fazer medições e coletar amostras, com todo o processo filmado. Esta é a primeira equipe na história que documenta visualmente o interior da estrutura de madeira na montanha.

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A alegria perdida

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Será que o relato de Gênesis oferece coordenadas geográficas suficientes para identificarmos a localização do jardim do Éden? Acompanhe a leitura do texto de Gênesis 2:9-14: "E o Senhor Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal. E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços. O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro. E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra sardônica. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates."

Apesar de o texto ter sido escrito muito tempo depois do evento que está sendo narrado, seu autor, muito provavelmente Moisés, oferece ao leitor as coordenadas geográficas dos seus dias. Se por um lado qualquer aluno de 7ª série é capaz de identificar no mapa a localização dos rios Tigre e Eufrates, na Mesopotâmia, por outro, eruditos bíblicos têm gastado anos de pesquisa em busca da localização dos rios Pisom e Giom.

A respeito do primeiro rio, a passagem bíblica afirma que ele rodeava a terra de Havilá, onde havia muito ouro. De acordo com Nahum Sarna, respeitado erudito do Antigo Testamento, existem duas possíveis localidades para identificarmos como Havilá: Arábia e Núbia, já que o nome desse país em egípcio antigo (neb) significa ouro. Porém, diversos outros textos bíblicos que mencionam Havilá (Gn 10:7, 29; 25:18; 1Sm 15:7; 1Cr 1:9, 23) sugerem que a localidade ficava na região da Arábia. De acordo com Gordon J. Wenham, autor do comentário de Gênesis da série Word Biblical Commentary, "certamente Arábia era uma fonte de ouro na antiguidade".

Quanto ao rio Giom, as Escrituras afirmam que ele rodeava a terra de Cuxe. Ora, algumas passagens bíblicas (Is 20:3, 5; Jr 46:9[1]) sugerem que esse é o antigo nome da Etiópia.

Juntando as informações que obtivemos do texto bíblico, podemos supor que o jardim do Éden compreendia uma região desde o rio Tigre na Mesopotâmia indo até a Etiópia, próximo do Egito. É interessante notarmos que quando fez aliança com Abrão, em Gênesis 15, o Senhor prometeu dar a ele e a descendência dele a terra que abrangia desde "o rio do Egito até ao grande rio Eufrates" (v. 18). Seria mera coincidência o fato de Deus oferecer aos descendentes de Abraão a mesma região que anteriormente poderia ter sido o local do jardim do Éden? Creio que não.

Há uma interessante lição para cada um de nós a respeito do Éden. A etimologia da palavra "Éden" tem sido alvo de calorosas discussões entre os especialistas em línguas semíticas. A opinião mais aceita até o momento é aquela que defende que Éden é um cognato das línguas semíticas ocidentais tais como o ugarítico, siríaco e o aramaico, cujo significado é "prazer, deleite, alegria". Foi exatamente isso que Deus ofereceu para o ser humano na criação e é exatamente isso que o ser humano perdeu graças ao pecado. Isso foi uma realidade no passado e, infelizmente, é uma realidade em nossos dias.

(Luiz Gustavo Assis, formado em Teologia pelo Unasp, atualmente exerce a função de capelão do Colégio Adventista de Esteio, RS)